Sinópse
Uma estudante do ensino médio, a Mariko, vive com a irmã mais velha, a Mayu, até que um incêndio toca o terror no prédio delas e as duas acabam tendo que sair às pressas do apartamento. Sem muita escolha, vão morar na casa do proprietário do imóvel. Lá, a Mariko cruza o caminho do filho dele, o Natsume, um cara bonito de dar inveja, que ainda por cima trabalha como modelo. Não demora muito e os dois acabam se apaixonando, tudo bem clima de romance adolescente, coração na mão e borboletas no estômago.
Só que a coisa desanda quando a Mariko descobre que o Natsume anda saindo com outras garotas. Aí o castelo de cartas desmorona, o namoro vai por água abaixo e cada um segue seu rumo, com ela de coração partido. Depois de altos e baixos, reviravoltas e aquele vai e vem típico de drama romântico, eles acabam se reencontrando e voltando a ficar juntos, fechando a história enquanto os créditos finais sobem na tela, como se fosse o último suspiro de um sonho acordado.
“A-Girl” não tem nenhuma fala dos personagens, tudo acontece em silêncio, como se fosse um filme mudo moderno, guiado só pelas imagens e pela trilha sonora. As cenas rolam ao som de músicas pop japonesas compostas por Okada Tooru, mas cantadas em inglês pela SEIKA, o que dá um clima meio diferente, quase onírico. Para amarrar a narrativa e evitar que o público se perca, aparecem textos entre as cenas, lembrando aqueles letreiros dos filmes mudos antigos, que entram em cena para explicar o que está acontecendo e manter o fio da história.
(Fonte adaptada de: Orphan Fansubs)